Hysteria das Galáxias especial | Uma retrospectiva com links que marcaram 2018

Política, ecologia, cultura, feminismo: uma seleção de conteúdos que você pode ter perdido pelo caminho

28.12.2018  |  Por: Maria Clara Villas

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Hysteria das Galáxias especial | Uma retrospectiva com links que marcaram 2018

2018 foi um ano para os fortes. Muitos acontecimentos, muita notícia e, claro, muita fake news. Quem disser que leu sobre tudo, é gênio ou está mentindo. Por isso, separamos boas análises sobre alguns dos principais acontecimentos. Assim, você fecha 2018 com os pés fincados no que está por vir.

Este foi também o primeiro ano da Hysteria e para celebrar trazemos aqui o nosso TOP 3:  o vídeo mais visto foi Tudo sobre Casamento, de Maria Ribeiro. O texto mais lido foi A Glamurização do Boy-Lixo, de Maria Clara Drummond. E o podcast mais ouvido foi o Grampos Vazados sobre Relacionamento Aberto.

Pode vir, 2019! Uma ótima virada de ano a todxs.

 

  • Em abril a vereadora Marielle Franco foi assassinada (Hysteria). Até agora o crime não tem conclusão, mas as lutas dessa guerreira seguem firmes e fortes na arena política. (El País)
  •  O percentual de mulheres eleitas na Câmara passou de 10% para 15% (Folha) e tem uma importante representação feminista que vai dar cara nova ao Congresso no ano que vem. (Carta Capital)
  •  O termo fake news entrou de vez para o vocabulário brasileiro. Uma a cada quatro pessoas diz consumir notícias via WhatsApp regularmente. (Folha)
  •  Não foi só no Brasil que as redes sociais tiveram importância na manipulação de dados e notícias. O Facebook passou um (longo) ano tentando reparar seus erros nas eleições americanas. (Wired)
  •  O espaço nunca esteve tão perto. De residência artística na lua (Dear Moon) a sonda espacial em Marte (Galileu). E aqui na Terra alguns destinos focados em astroturismo nos fazem sonhar com o universo lá fora. (Telegraph)
  • O incêndio no Museu Nacional do Rio destruiu boa parte de seu acervo, mas ainda é possível fazer uma visita virtual e rever um pouco da nossa história.  (Google Arts and Culture)
  •  A lista das listas. Uma coletânea da New Yorker enumera os melhores livros, clipes, programas de TV, shows, jogos de videogame (etc.) do ano. (New Yorker)
  • Sim, está todo mundo falando em astros.  Entenda como a astrologia se tornou parte importante da cultura pop (The Atlantic), e como tomou conta da internet (NY Times). Maria Ribeiro também disserta com humor sobre o assunto em seu programa Tudo (Hysteria). E ainda tivemos por aqui a estreia da Madama Br00na e suas previsões lunares.
  • 2018 foi o ano do podcast no Brasil (B9) e a presença feminina começa a mexer com o cenário podcaster no país. (Hysteria)
  • Ser mulher no Brasil machuca. Políticas públicas deficientes e estatísticas cruéis escancaram um país omisso com suas mulheres. Trabalho, maternidade, negritude, abuso: está tudo lá. (UOL Universa)
  •  Quinze mulheres que estão se arriscando para salvar o mundo. Lutam contra o talibã, a mutilação genital e as leis transfóbicas – dentre outras coisas. (The Culture Trip)
  •  Mapa interativo mostra o avanço do movimento #MeToo pelo mundo. (Google Trends)
  • A árdua missão de ser mulher e repórter em uma Copa. (El País) #DeixaElaTrabalhar • A situação dos LGBTs durante a Copa na Rússia em um especial com quatro episódios. (UOL)
  • O que é música pop em 2018? (NY Times)
  •  Childish Gambino e seu incômodo clipe de “This is America” são um retrato da sociedade atual. (HuffPost)
  •   “Apesar das dificuldades e contratempos, nós seguimos sempre em frente e cantamos com a dor.” Conheça o projeto Escuta as Minas do Spotify. (Spotify)
  • Um dos vilões de 2018 foi o canudinho plástico. Nessa onda, o movimento “sem lixo” se torna cada dia mais importante. (Um ano sem lixo).
  •  A Lush, gigante com apelo de cosméticos naturais e frescos, se despediu do Brasil. Ótima oportunidade para conhecer uma lista de marcas cruelty-free e outra com pequenos produtores. (Lookaholic)
  • O ano em que a Netflix dominou o cinema. (The Guardian)
  • Pra mim o melhor vídeo do ano foi o Carpool Karaoke do James Corden com o Paul McCartney. Vale cada um dos 24 minutos <3

 

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