Mergulho experimental

Conheça o coletivo Piscina, que reúne trabalhos de artistas mulheres e ilustra muitas das imagens que você vê em Hysteria

09.01.2018  |  Por: Lia Bock

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Mergulho experimental

Piscina é aquele lugar delicioso onde a gente se refresca ou medita enquanto nada olhando o fundo azul. Não é por acaso que a plataforma online criada por três amigas leva este nome: quase como um suspiro, Piscina reúne trabalhos (incríveis) de artistas mulheres. A ideia é dar visibilidade à arte feminina, por isso estão lá produções de técnicas e estilos variados.

Pois a gente resolveu colar nelas e trazer essas manas para cá. Parceira de Hysteria, Piscina colabora com imagens para nossos textos.

O projeto de curadoria experimental reúne trabalhos de fotógrafas, ilustradoras, artistas plásticas e produtoras de audiovisual. A ideia nasceu em Florianópolis em 2015, quando a atriz Ana Luiza Fortes, 31, a cineasta Nataly Callai, 29, e a arquiteta Paula Franchi, 29, se apaixonaram por iniciativas como os sites The Ardorous e Girls Only. Em pouco tempo elas criaram um espaço brasileiro de difusão do trabalho de artistas contemporâneas.

O projeto cumpre a missão de expor a autenticidade artística feminina e inspira outras mulheres a criar e mostrar suas artes. No site, a convocatória está sempre aberta – a Piscina recebe material de qualquer artista que se interessar. Os trabalhos passam por uma curadoria e, se selecionados, começam a integrar essa maravilhosa galeria que já conta com mais de 90 artistas. Algumas delas você já vê por aqui.

“Nós ficamos muito interessadas e curiosas com Hysteria. Ver a plataforma agora no ar, com tanta gente interessante atrelada e tanta possibilidade de desdobramento, faz com que a gente acredite e torça por ela ainda mais”, diz Ana Luiza Fortes.

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